Don’t look back

Hoje fiquei sabendo que você está namorando. 
E fiquei feliz por 2 motivos, um altruísta e outro, egoísta.

O altruísta foi porque você é um cara legal, de quem tenho lembranças agridoces, e que merece experimentar o amor na sua plenitude. 
O egoísta foi porque, finamente, sabendo que você está namorando, pensamentos a seu respeito vão parar de vir à minha mente em momentos inoportunos; tipo quando alguém diz “mas” numa entonação específica que te traz a memória. É bizarro!

E por quê sua memória aparece com frequência? Minha terapeuta disse que não é sobre você especificamente, mas sobre o que eu senti estando contigo. Quando percebi que não adiantaria lutar contra, só me restou deixar passar. Passou. E voltou. E passou, e voltou. 

O que mais me intriga é eu ainda “sentir algo” (entre aspas, pois não sei o que é esse sentimento); quando, na verdade, eu gostaria que você nem fosse uma questão, mas alguém que passou pela minha vida e que entre coisas boas e ruins, foi (uma parte da) inspiração para o meu livro.

Agosto começou com a gente se esbarrando numa praça – seguimos sem olhar pra trás, e termina com a gente se esbarrando numa rua, sem para trás olhar.

Photo by Birgit Loit on Unsplash

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